Atravessamos fases, temporadas, objetivos, planos, sentimentos. Entretanto, vamos parar pra pensar o que exatamente seria esse real atravessar. Começo de uma fase, o atravessar de um oceano entre tantos planos. Isso nos leva a repensar escolhas, será que não poderia ter feito melhores? Será que isso tudo foi apenas por uma experiência ou por um forte sentimento ou intuição?
“Intuir - Deduzir ou concluir por intuição.”
Apesar de vários planos e objetivos práticos que dependem do meu eu, partimos para planos, metas e planejamento para aprendermos, gerar bagagens e experiências profissionais e de hobbies que gostamos. Porém, alguns objetivos não dependem apenas do meu eu, mas sim de escolhas de terceiros e sentimentos. Intuí, senti e acreditei. Então, peguei minha mala e atravessei o oceano com o coração aberto. Passei por inúmeras experiências, conheci lugares, culturas e pessoas de diferentes etnias.
A vida de um emigrante é cheia de altos, baixos e sentimentos. Já tive várias crises querendo apenas voltar. Repensei, tracei estratégias e fiz planos. E o mais importante, continuei a acreditar no meu eu e no meu sentimento. Acredito que, ao chegar no tempo de voltar, voltarei. Esse processo irá acontecer de forma natural e devo recomeçar. Pelo menos estarei tranquila quanto ao que quis viver, que fui corajosa e saí do meu mundinho e do comodismo, realizei todas as tentativas que deveria ter realizado e vivido.
E que tem um tempo para desbravar o mundo e criar laços. Acredito eu estar próximo de uma fase de criar laços! Laços fortes e sólidos. Considero já ter tido alguns laços na vida, amigos com uma enorme afinidade, respeito e cumplicidade. Sei que quero e preciso de algo maior. Acredito que são aqueles construídos ao longo dos anos com admiração, respeito, parceria, amizade e afinidade. Algo incomum nos dias de hoje pelas relações se tratarem de trocas e de relacionamento por interesse.
Sempre fui muito independente e permitir que alguém me ajude ou pedir ajudar não é fácil e até o momento fiz isso com duas pessoas até hoje. Mas, são esses laços fortes sem qualquer interesse que nos dá força para atravessar e passar por fases. Fiz uma mudança enorme por um sentimento que acredito, talvez nunca seja vivido ou partilhado da forma que acreditei viver, porém, eu não posso nem me permito não acreditar no que sinto e nos laços que tenho. Acredito ter tido um dos anos mais delicados da minha vida, pois tive que me enxergar do avesso, lidar com meus sentimentos, conflitos e ser. Não me arrependo em acreditar e lutar pelo que sinto, como tudo tem um tempo, e se não for ao chegar no tempo do término de alguns objetivos, irei atravessar novamente o oceano e recomeçar.
Faltou sinceridade em deixar claro sentimentos? O que sentia, acreditava, gostaria e queria! Ah, será? Enfim, chego num ponto que independente de acreditar, também é necessário me amar, respeitar e me posicionar e jamais passar por cima disso. Porque o autorrespeito é necessário em qualquer fase, momento, sentimento e situação. Quem perde?
Quem não consegue reconhecer esse sentimento, não eu! Por talvez, nunca ter sido considerada escolha, entendo, respeito e continuo a acreditar que feliz do que me considerar não apenas como escolha, sim como parceira de vida, que me admire e saiba o meu lugar em sua vida de forma que não seja uma invasão, mas sim algo leve, suave, cúmplice e de muito amor.
Já se passou quase um ano num país estranho, experimentei um recomeço dos mais difíceis, cumpri a meta de ser novamente estudante e já se foi um semestre restando três semestres e o tempo têm passado. Meu psicológico muitas vezes me deixa vulnerável me impedido e me atrapalhando de cumprir à risca tudo que gostaria de cumprir, mas decidi fazer o que conseguir e parar de me cobrar e me crucificar. Como vivemos atravessando fases, isso vai passar e logo vem outros planos, sonhos e objetivos por aí, logo estarei visitando ou voltando a viver próximo de pessoas que pra elas tenho um significado real como pessoa e conseguem me enxergar como um ser humano.
“Intuir - Deduzir ou concluir por intuição.”
Apesar de vários planos e objetivos práticos que dependem do meu eu, partimos para planos, metas e planejamento para aprendermos, gerar bagagens e experiências profissionais e de hobbies que gostamos. Porém, alguns objetivos não dependem apenas do meu eu, mas sim de escolhas de terceiros e sentimentos. Intuí, senti e acreditei. Então, peguei minha mala e atravessei o oceano com o coração aberto. Passei por inúmeras experiências, conheci lugares, culturas e pessoas de diferentes etnias.
A vida de um emigrante é cheia de altos, baixos e sentimentos. Já tive várias crises querendo apenas voltar. Repensei, tracei estratégias e fiz planos. E o mais importante, continuei a acreditar no meu eu e no meu sentimento. Acredito que, ao chegar no tempo de voltar, voltarei. Esse processo irá acontecer de forma natural e devo recomeçar. Pelo menos estarei tranquila quanto ao que quis viver, que fui corajosa e saí do meu mundinho e do comodismo, realizei todas as tentativas que deveria ter realizado e vivido.
E que tem um tempo para desbravar o mundo e criar laços. Acredito eu estar próximo de uma fase de criar laços! Laços fortes e sólidos. Considero já ter tido alguns laços na vida, amigos com uma enorme afinidade, respeito e cumplicidade. Sei que quero e preciso de algo maior. Acredito que são aqueles construídos ao longo dos anos com admiração, respeito, parceria, amizade e afinidade. Algo incomum nos dias de hoje pelas relações se tratarem de trocas e de relacionamento por interesse.
Sempre fui muito independente e permitir que alguém me ajude ou pedir ajudar não é fácil e até o momento fiz isso com duas pessoas até hoje. Mas, são esses laços fortes sem qualquer interesse que nos dá força para atravessar e passar por fases. Fiz uma mudança enorme por um sentimento que acredito, talvez nunca seja vivido ou partilhado da forma que acreditei viver, porém, eu não posso nem me permito não acreditar no que sinto e nos laços que tenho. Acredito ter tido um dos anos mais delicados da minha vida, pois tive que me enxergar do avesso, lidar com meus sentimentos, conflitos e ser. Não me arrependo em acreditar e lutar pelo que sinto, como tudo tem um tempo, e se não for ao chegar no tempo do término de alguns objetivos, irei atravessar novamente o oceano e recomeçar.
Faltou sinceridade em deixar claro sentimentos? O que sentia, acreditava, gostaria e queria! Ah, será? Enfim, chego num ponto que independente de acreditar, também é necessário me amar, respeitar e me posicionar e jamais passar por cima disso. Porque o autorrespeito é necessário em qualquer fase, momento, sentimento e situação. Quem perde?
Quem não consegue reconhecer esse sentimento, não eu! Por talvez, nunca ter sido considerada escolha, entendo, respeito e continuo a acreditar que feliz do que me considerar não apenas como escolha, sim como parceira de vida, que me admire e saiba o meu lugar em sua vida de forma que não seja uma invasão, mas sim algo leve, suave, cúmplice e de muito amor.
Já se passou quase um ano num país estranho, experimentei um recomeço dos mais difíceis, cumpri a meta de ser novamente estudante e já se foi um semestre restando três semestres e o tempo têm passado. Meu psicológico muitas vezes me deixa vulnerável me impedido e me atrapalhando de cumprir à risca tudo que gostaria de cumprir, mas decidi fazer o que conseguir e parar de me cobrar e me crucificar. Como vivemos atravessando fases, isso vai passar e logo vem outros planos, sonhos e objetivos por aí, logo estarei visitando ou voltando a viver próximo de pessoas que pra elas tenho um significado real como pessoa e conseguem me enxergar como um ser humano.

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